A coluna Fábia Oliveira trouxe à tona o caso de Rayane Figliuzzi, que se tornou ré em um processo judicial iniciado em 2 de março. A ação foi movida por Erika Cipriano de Souza, que participou de um sorteio realizado no perfil de Rayane em parceria com a empresa Gotrix Mobilidade Urbana. O prêmio do sorteio era uma scooter elétrica da Gotrix. Erika alega ter sido declarada vencedora, mas foi informada por Rayane que não teria cumprido todas as regras necessárias para a participação.
Em sua defesa, apresentada em 26 de março, Rayane Figliuzzi argumenta que o sorteio foi conduzido com total transparência e que Erika foi desclassificada por não ter seguido um requisito essencial. A influenciadora enfatiza que entregar o prêmio a Erika seria injusto com os outros participantes que respeitaram as regras do concurso. Além disso, Rayane menciona que organizou um novo sorteio após o ocorrido, como forma de demonstrar sua boa-fé na situação.
Rayane também criticou a evidência apresentada por Erika, que se baseou em uma gravação de tela de seu telefone pessoal. A influenciadora considera essa prova fraca, uma vez que foi produzida de forma unilateral e sem comprovação de autenticidade. Rayane ainda contesta o pedido de danos morais feito por Erika, alegando que a autora apenas experimentou um aborrecimento e que sua frustração não configura ofensa à honra ou imagem.
Em resposta à defesa de Rayane, a Gotrix também apresentou sua contestação. A empresa se isentou de responsabilidade em relação ao processo, afirmando que sua participação limitou-se à entrega da moto como prêmio do sorteio. A Gotrix destacou que Rayane Figliuzzi era a única responsável pela definição e fiscalização das regras do concurso, assim como pela escolha do vencedor e pela desclassificação dos participantes. A empresa afirmou que a insatisfação de Erika decorre exclusivamente da atuação de Rayane.
Esse embate legal entre Rayane Figliuzzi e Erika Cipriano de Souza expõe questões importantes sobre a responsabilidade e a transparência em sorteios realizados por influenciadores. O caso levanta debates sobre a legitimidade das provas apresentadas em disputas judiciais e a necessidade de uma regulamentação mais clara para sorteios e promoções nas redes sociais.
Rayane, conhecida por sua relação com o cantor Belo, busca defender sua imagem e a forma como conduziu o sorteio, enquanto Erika tenta garantir que seus direitos como participante sejam respeitados. O desfecho deste processo poderá ter implicações não apenas para as partes envolvidas, mas também para influenciadores e empresas que organizam sorteios, reforçando a importância de seguir as regras e garantir a transparência para evitar mal-entendidos e descontentamentos entre os participantes. A situação é um lembrete da complexidade que pode surgir em interações comerciais nas redes sociais, onde a comunicação clara e a conformidade com as normas são essenciais para evitar conflitos.
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