Ministério da Saúde Lança Campanha de Vacinação Contra Sarampo para Viajantes da Copa do Mundo 2026
O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (29), o início de uma campanha nacional de vacinação contra o sarampo, direcionada a brasileiros que planejam viajar para a Copa do Mundo da FIFA 2026. O evento ocorreu na Fundação Gol de Letra, no Rio de Janeiro, e tem como objetivo principal reforçar a importância da imunização em um momento de surtos ativos da doença em países como Estados Unidos, México e Canadá.
Atualmente, esses países enfrentam um aumento significativo no número de casos de sarampo. Em 2022, 90% das notificações de sarampo na América foram registradas nessas nações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que 70% dos casos nas Américas estão concentrados nesses três locais. No Brasil, foram identificados 38 casos importados no ano passado, resultantes de viagens de brasileiros ou de turistas que trouxeram a doença ao país. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a rápida atuação dos agentes de saúde foi fundamental para evitar a propagação do vírus no território nacional.
"A equipe de saúde, incluindo agentes comunitários e profissionais da vigilância, agiu rapidamente para controlar os casos, como uma boa defesa em campo", destacou Padilha.
A campanha contou com a presença do ex-jogador Raí, tetracampeão mundial e um dos fundadores da Fundação Gol de Letra, reconhecida por seu trabalho social voltado para crianças e jovens. O mascote Zé Gotinha também participou do evento, vestindo a camisa da seleção brasileira, para chamar a atenção para a importância da vacinação.
A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças, adolescentes e adultos, independentemente de terem viagens programadas. A campanha visa proteger todos os brasileiros que desejam viajar e minimizar o risco de reintrodução do sarampo no país. Embora o Brasil mantenha o status de país livre da circulação da doença, o aumento do fluxo internacional de pessoas nos próximos meses levanta preocupações sobre possíveis casos importados.
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