Corretora é Morta em Caldas Novas: Imagens Recuperadas Revelam Detalhes do Crime
A tragédia envolvendo a corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, Goiás, ganhou novos contornos com a recuperação de imagens gravadas por ela momentos antes de sua morte. O síndico do prédio, Cleber Rosa de Oliveira, foi preso sob suspeita de ser o autor do crime, que chocou a comunidade local.
O Crime
Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, após descer ao subsolo do prédio onde residia para verificar uma interrupção de energia. As investigações revelaram que ela havia gravado um vídeo em seu celular, que ficou 41 dias perdido em uma caixa de esgoto até ser recuperado pela polícia. O delegado André Luiz Barbosa informou que a gravação foi crucial para entender as circunstâncias da morte.
No vídeo, Daiane comenta sobre encontrar o síndico no subsolo e, segundos depois, um barulho suspeito é ouvido, seguido de gritos. "Cléber aguardava Daiane no subsolo, já com a luva nas mãos e o carro posicionado ao lado do almoxarifado. Ele a interceptou encapuzado, caracterizando um homicídio premeditado", detalhou o delegado.
A Investigação
Após o corpo de Daiane ser encontrado na quarta-feira passada, a polícia prendeu Cleber em sua residência, onde ele confessou o crime. Durante a confissão, o síndico levou os policiais até o local onde o corpo foi encontrado, afirmando que houve um "atrito" entre ele e a corretora quando ela foi religar a energia do apartamento.
O filho de Cleber, Maykon Douglas de Oliveira, também foi detido temporariamente, suspeito de obstruir a investigação. Ele teria ajudado o pai a adquirir um novo celular e pode ter colaborado na ocultação do corpo, embora não se saiba se participou ativamente do crime. "Meu filho não tem nada a ver com isso", declarou Cleber ao ser preso, isentando Maykon de qualquer culpa.
Testemunhas e Câmeras de Segurança
As câmeras de segurança do prédio mostraram Daiane no elevador, descendo para checar a energia. O porteiro do local foi chamado para prestar esclarecimentos, mas não é considerado suspeito. A polícia identificou "divergências" em seu depoimento, o que motivou a convocação.
O desaparecimento de Daiane ocorreu às 19h, em um momento crítico, durante a troca de turnos entre os porteiros. As investigações continuam, e a Polícia Civil de Goiás segue em busca de mais informações que possam elucidar os detalhes deste trágico caso.
Conclusão
A morte de Daiane Alves Souza levanta questões sobre segurança e confiança em ambientes residenciais. A comunidade local aguarda ansiosamente por mais esclarecimentos sobre o caso, que deixou todos em estado de choque.
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