Morte de Mansoureh Khojasteh, esposa do aiatolá Khamenei, é confirmada após ataque dos EUA e Israel
A situação no Oriente Médio se intensificou com a confirmação da morte de Mansoureh Khojasteh, esposa do falecido aiatolá Ali Khamenei. Ela foi uma das vítimas do ataque militar conjunto realizado por Estados Unidos e Israel no último sábado, dia 28. Segundo informações de autoridades iranianas, Mansoureh não sobreviveu aos ferimentos.
O ataque, que teve início nas primeiras horas do sábado, foi justificado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, como uma ação necessária para conter o programa nuclear do Irã. Em resposta, o governo iraniano lançou mísseis contra diversas bases americanas em vários países da região, incluindo Israel. A defesa israelense afirma ter interceptado os projéteis lançados pelo Irã.
Em uma declaração feita nesta segunda-feira, 2, Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, utilizou a rede social X para afirmar que "não haverá negociação com os Estados Unidos". Larijani desmentiu as alegações de Trump, que sugeriu que a nova liderança iraniana estaria aberta a diálogos. O oficial iraniano ainda criticou o presidente americano, afirmando que ele "puxou toda a região para uma guerra desnecessária".
Trump, por sua vez, indicou que os ataques ao Irã devem se prolongar por cerca de quatro semanas, aumentando a tensão já existente na área. A escalada do conflito gera preocupação sobre as consequências para a segurança e a estabilidade do Oriente Médio.
Com a morte de Khamenei e agora de sua esposa, o cenário político no Irã pode sofrer mudanças significativas, deixando o país em um estado de alerta constante diante das ações externas e internas.
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