Fed, Petrobras, Microsoft e Alphabet: Destaques Econômicos da Semana

Fed, Petrobras, Microsoft e Alphabet: Destaques Econômicos da Semana

Reunião do FOMC e Viagem de Flávio Bolsonaro Marcam Agenda do Dia

Nesta quarta-feira, 28 de setembro, os mercados estão atentos à reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) nos Estados Unidos, que deve resultar na manutenção da taxa de juros. A expectativa é de que a taxa permaneça em 4%, conforme análise do cenário econômico atual.

Enquanto isso, a política brasileira ganha destaque com a viagem de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos. O senador, que não obteve sucesso na última disputa presidencial, teria embarcado para o país um dia após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a entrega de seu passaporte. Fontes do governo dos EUA confirmaram que o Departamento de Estado emitirá vistos para Flávio e sua família, permitindo sua entrada no país.

No cenário corporativo, a temporada de divulgação de resultados do terceiro trimestre começa a esquentar. Hoje, empresas como Santander (SANB11), Intelbras (INTB3), Motiva (MOTV3) e Klabin (KLBN11) estão entre as que apresentarão seus balanços financeiros. A Petrobras (PETR3; PETR4), por sua vez, divulgará seu relatório de produção e vendas após o fechamento do mercado.

Nos Estados Unidos, os investidores também estão de olho no setor de inteligência artificial, aguardando os resultados da Alphabet, controladora do Google, e da Microsoft.

Agenda do Dia:

  • Brasil

    • 08:00 — Sondagem da Indústria (Período: Outubro)
    • 14:30 — Fluxo Cambial (Período: Semanal)
  • Estados Unidos
    • 15:00 — Anúncio da decisão de política monetária pelo Banco Central

Internacional
Na esfera internacional, as eleições em Israel chamam a atenção. Os eleitores foram às urnas após o presidente americano, Donald Trump, solicitar apoio à reeleição de Benjamin Netanyahu, associando-a à retomada da guerra contra o Irã.

Além disso, na zona do euro, os bancos endureceram as condições para concessão de empréstimos a empresas, em meio a uma demanda em declínio. O Banco Central Europeu (BCE) relatou que essa mudança se deve, em grande parte, ao aumento da percepção de risco causado pela instabilidade geopolítica.

Acompanhe as atualizações e fique por dentro dos principais acontecimentos do dia!

Fonte: Link original

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