O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou sua presença na final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, que ocorrerá no próximo domingo. A informação foi divulgada pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em uma coletiva de imprensa. Leavitt destacou que a participação de Trump será um “toque final” para a Copa do Mundo, que já é considerada a mais assistida, segura e bem-sucedida da história dos Estados Unidos. Ela afirmou que o torneio demonstrou a capacidade do país em acolher o mundo em um evento grandioso.
Além de sua presença na final, Trump também participará de uma recepção organizada pela Fifa na Torre Trump, em Nova York, na sexta-feira. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, havia anunciado anteriormente que Trump estaria presente na final e que ele entregaria o troféu ao time campeão, embora a Casa Branca não tivesse confirmado essa informação até o momento da coletiva. Leavitt não soube informar qual seleção Trump apoiaria, especialmente após suas críticas a Madri durante a cúpula da Otan, onde o presidente expressou descontentamento pela falta de apoio da Espanha na guerra contra o Irã.
Embora Trump não tenha assistido a nenhum jogo do torneio presencialmente, ele se envolveu de forma polêmica ao admitir que contatou Infantino para discutir a suspensão do atacante americano Folarin Balogun, que foi expulso em um jogo contra a Bósnia durante a fase de 16-avos. Os Estados Unidos foram eliminados nas oitavas de final pela Bélgica, em uma partida que terminou 4 a 1.
Trump frequentemente reivindica o mérito por ter garantido que os Estados Unidos, ao lado do Canadá e do México, sediarão a Copa do Mundo de 2026, uma decisão que foi tomada durante seu primeiro mandato. A relação entre Trump e Infantino parece ser próxima, já que o presidente da Fifa lhe concedeu um prêmio da paz que foi criado especificamente para ser entregue durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo no ano anterior, meses antes de os Estados Unidos iniciarem ações militares contra a Venezuela e o Irã.
Em uma ocasião anterior, Trump já havia entregue o troféu da primeira edição do Mundial de Clubes da Fifa, realizada nos Estados Unidos, onde ele ficou em destaque ao subir ao palco após a entrega do prêmio ao capitão do Chelsea, Reece James. A presença de Trump nas celebrações acabou ofuscando os jogadores do clube londrino, que ficaram surpresos com sua postura.
Esses eventos revelam não apenas o envolvimento de Trump no futebol e na Copa do Mundo, mas também como sua figura continua a ser polarizadora, atraindo tanto apoio quanto críticas. Sua presença na final da Copa do Mundo será um momento significativo, simbolizando a interseção entre política e esporte em um evento de grande escala.
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