Pai é preso no PR após agredir filha de 3 anos; investigações em andamento

Pai é preso no PR após agredir filha de 3 anos; investigações em andamento

Polícia Civil do Paraná Prende Homem Acusado de Agredir Filha de Três Anos em Francisco Beltrão

Na manhã desta quinta-feira (9), a Polícia Civil do Paraná efetivou a prisão preventiva de um homem em Francisco Beltrão, no sudoeste do estado, após ele ser flagrado agredindo sua filha de apenas três anos. A medida foi tomada após investigações revelarem um histórico de violência não apenas contra a criança, mas também contra seu enteado, de cinco anos.

O agressor, cuja identidade não foi divulgada, enfrentará acusações de lesão corporal no âmbito da violência doméstica. As investigações começaram a partir de um vídeo registrado por câmeras de segurança no último domingo (5), onde o homem aparece chutando a filha, que cai ao chão. Apesar da intervenção de um pedestre, o agressor reagiu de forma hostil, impedindo qualquer ajuda.

A mãe das crianças tomou conhecimento do ocorrido através das redes sociais e, preocupada, registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (7). Ouvido pela polícia na quarta-feira (8), o suspeito alegou que atacou a filha porque ela estava chorando. Como não foi pego em flagrante, ele foi liberado após o depoimento, mas demonstrou arrependimento e chegou a chorar durante a interrogativa.

Segundo o delegado Anderson Andrei, a prisão preventiva é uma medida importante não apenas para proteger as crianças, mas também para encorajar outras possíveis vítimas a denunciarem episódios de violência. O caso é ainda mais grave, pois novas evidências apontam que o enteado também teria sido alvo de agressões anteriores, apresentando marcas no rosto que sugerem ter sido atacado com um cinto ou um pedaço de madeira.

A Polícia Civil está tomando medidas protetivas para garantir a segurança da mãe e das duas crianças, enquanto o Conselho Tutelar acompanha a situação de perto. A comunidade permanece atenta, e as autoridades reforçam a importância da denúncia em casos de violência doméstica.

Fonte: Link original

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