Líder de ataques no Mocambo é preso por duplo homicídio e mais

Líder de ataques no Mocambo é preso por duplo homicídio e mais

Polícia Prende Suspeito de Duplo Homicídio em Maceió

Felipe Monteiro Leite, conhecido como "Gustavo", foi detido como um dos principais envolvidos em ataques violentos na comunidade Mocambo, em Maceió. Ele é o quarto suspeito a ser preso pelo assassinato de Luiz Antônio da Silva e Ítalo de Oliveira Santos, que ocorreu na madrugada do dia 9 de abril, no bairro Benedito Bentes. A investigação aponta que cerca de quinze homens participaram do duplo homicídio.

O Major Glauber, comandante da Polícia Militar, afirmou em entrevista à TV Pajuçara que "Gustavo" possui um extenso histórico criminal, com mais de 15 passagens pela polícia, incluindo crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de arma e roubos. "Ele era um dos participantes ativos no duplo homicídio praticado por um grupo de aproximadamente quinze homens. Estamos trabalhando para identificar outros envolvidos", declarou Glauber.

Líder do Grupo Também Foi Capturado

No dia seguinte ao crime, dois outros suspeitos, David Rafael dos Santos, conhecido como "Barata", e Brendon Andryws dos Santos Silva, apelidado de "B2", foram presos. Ambos têm registros criminais por homicídios e tráfico de drogas. Durante a abordagem, a polícia encontrou uma arma que teria sido utilizada em um homicídio anterior, ocorrido há dois meses.

Barata confessou sua participação no ataque e revelou que se dirigia ao encontro de B2, apontado como o líder do grupo armado.

Execução em Plena Luz do Dia

Relatos de testemunhas indicam que o grupo, composto por mais de dez indivíduos armados, se identificou como membros da facção Comando Vermelho. A Delegacia de Homicídios da Polícia Civil está investigando o caso. As primeiras apurações revelam que o grupo chegou encapuzado até o local onde Luiz Antônio da Silva, conhecido como "Toninho", estava. De acordo com a família, ele era usuário de drogas e foi coagido a apontar a localização de outras pessoas procuradas pelo grupo antes de ser executado em um beco.

A segunda vítima, Ítalo de Oliveira Santos, foi assassinada em sua casa, próxima ao terminal de ônibus da comunidade. Ao invadir o imóvel, o grupo gritou: "Abre que é a polícia". Após arrombar a porta, disparos foram feitos e Ítalo não sobreviveu. Ele, que trabalhava como padeiro e não tinha antecedentes criminais, também era usuário de maconha.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar e prender todos os envolvidos nessa brutalidade.

Fonte: Link original

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